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Governo 02-10-2026
FAO CELEBRA DIA MUNDIAL DA ALIMENTAÇÃO EM LUANDA

O Ministro da Agricultura e Florestas, Isaac Francisco Maria dos Anjos, presidiu, hoje ( 01) em Luanda, ao encontro comemorativo do Dia Mundial da Alimentação, promovido pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO).

O acto, subordinado ao lema “Inovar hoje. Nutrir amanhã”, contou com a presença do representante da FAO em Angola, Jean-Baptiste Bahama; da coordenadora residente da ONU em Angola, Amanda Khozi Mukwashi; da representante residente do PNUD, Denise António; do Secretário de Estado para a Gestão do Espaço e Recursos Marinhos, Álvaro da Cunha Cândido dos Santos; e do Secretário de Estado para a Saúde Pública, Carlos Alberto Pinto de Sousa.

Na abertura do encontro, o representante da FAO em Angola, Jean-Baptiste Bahama, proferiu as palavras de boas-vindas aos participantes, destacando a importância da celebração e do reforço da cooperação em torno da segurança alimentar e do desenvolvimento sustentável.

A coordenadora residente da ONU em Angola, Amanda Khozi Mukwashi, também interveio no encontro, em representação do sistema das Nações Unidas, realçando a importância da união de esforços entre o Governo, as agências da ONU e os parceiros de desenvolvimento para enfrentar os desafios da fome, das alterações climáticas e da sustentabilidade.

Em representação da Ministra do Ambiente, Ana Paula Chantre Luna de Carvalho Pereira, o Secretário de Estado para a Acção Climática e Desenvolvimento Sustentável, Nascimento Soares, defendeu a protecção dos solos, da água, das florestas e da biodiversidade como condição essencial para garantir a segurança alimentar.

O Secretário alertou que as secas, cheias e alterações nos padrões de precipitação afectam a agricultura, a pecuária, a pesca e os meios de subsistência das populações, tendo defendido sistemas agroalimentares mais resilientes e adaptados às alterações climáticas.

E destacou a necessidade de reforçar a cooperação entre os ministérios do Ambiente, da Agricultura e Florestas, das Pescas e Recursos Marinhos e da Saúde, bem como com a FAO e outras agências das Nações Unidas.

O Secretário de Estado apontou os projectos Miombo-Mopane, SAMAP-FA e a cooperação em matéria de aquicultura sustentável como exemplos de iniciativas que conciliam a conservação ambiental, a produção e a melhoria das condições de vida das comunidades.

No encontro, foi igualmente defendida uma maior articulação entre as políticas de ambiente, agricultura, água, segurança alimentar, ciência e desenvolvimento rural, com vista à construção de sistemas agroalimentares mais resilientes e sustentáveis em Angola.

Fonte: https://minamb.gov.ao/
Governo 02-10-2026
COMUNIDADE DOS PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA AZUL DESTACA PAPEL DAS MULHERES NA ECONOMIA DO MAR.

No quadro das comemorações dos 30 anos da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), o Ministério do Ambiente, representado pela Direcção Nacional de Educação Ambiental, Directora, Karelia Costa, participou nesta terça-feira, 29 de Setembro de 2026, no município do Soyo, província do Zaire, na actividade “Do mar ao mundo: mulheres que transformam”, em representação do Ministério do Ambiente, onde apresentou o tema “Alterações Climáticas, Conservação dos Ecossistemas Marinhos, Sustentabilidade e o Papel da Mulher na Economia Azul”.

O evento teve como objectivo promover a valorização do papel das mulheres nos sectores marítimo, portuário e pesqueiro, bem como nas comunidades costeiras, através de acções de sensibilização, partilha de conhecimentos, capacitação e promoção de oportunidades que contribuam para o seu desenvolvimento sustentável.

A abertura da actividade coube ao Secretário de Estado para a Gestão do Espaço e Recursos Marinhos, que ao proferir o seu discurso, afirmou que “não podemos desenvolver a economia do mar sem conservar os ecossistemas que a sustentam, não podemos aumentar a produção sem assegurar a sustentabilidade dos recursos, e não podemos falar de desenvolvimento sustentável das zonas costeiras sem colocar as comunidades, e particularmente as mulheres e os jovens no centro das soluções”.

Álvaro Cândido dos Santos destacou ainda a importância de o Ministério continuar a trabalhar com as autoridades locais, a CPLP, as associações, as comunidades, o sector privado e os parceiros de desenvolvimento, na construção de uma economia do mar que seja simultaneamente produtiva, sustentável, inclusiva e geradora de oportunidades.

Fonte: https://minamb.gov.ao/
Governo 28-09-2026
MINISTRA DO AMBIENTE DESTACA URGÊNCIA DE PROTEGER O LITORAL ANGOLANO DOS RISCOS CLIMÁTICOS DURANTE A REUNIÃO DE ALTO NÍVEL.

A Ministra do Ambiente, Ana Paula de Carvalho Pereira, defendeu nesta quinta-feira, 24 de Setembro de 2026, uma resposta internacional mais firme e coordenada face à elevação do nível do mar, durante a Reunião de Alto Nível sobre o tema, convocada no quadro da Decisão 78/558 da Assembleia Geral das Nações Unidas, destacando que o fenómeno constitui uma realidade presente, progressiva e transfronteiriça, com impactos directos sobre populações, cidades, infra-estruturas, ecossistemas e economias.

Na sua intervenção, a Ministra salientou que os efeitos da subida do nível do mar ultrapassam a dimensão ambiental, representando igualmente um desafio à segurança das populações, à protecção dos territórios, à segurança alimentar, ao desenvolvimento económico e à capacidade dos Estados de protegerem as gerações presentes e futuras, com particular impacto sobre os pequenos Estados insulares em desenvolvimento e os países com extensas zonas costeiras de baixa altitude.

Para Angola, Ana Paula de Carvalho Pereira considerou a questão de particular relevância, tendo em conta os cerca de 1.650 quilómetros de litoral atlântico do país, onde estão concentradas comunidades, centros urbanos, portos, infra-estruturas energéticas e de transporte, actividades pesqueiras e importantes ecossistemas costeiros, alertando que a elevação do nível médio do mar, associada à erosão costeira, inundações, tempestades e intrusão salina, poderá aumentar a vulnerabilidade das comunidades e infra-estruturas ,e exercer pressão sobre sectores essenciais à segurança alimentar e ao desenvolvimento económico.

A Ministra defendeu, por isso, uma abordagem integrada que combine engenharia, ciência e soluções baseadas na natureza, com o objectivo de reforçar a protecção da costa, aumentar a resiliência das comunidades e promover um desenvolvimento sustentável; sublinhando que proteger a costa significa, em última instância, proteger as pessoas, os seus meios de subsistência e o direito das futuras gerações a um futuro seguro.

Fonte: https://minamb.gov.ao/

inga.gov.ao Directora Geral

Maria Simone Rodrigues Francisco da Silva



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